Lutar pela garantia do direito à terra e pela implantação de projetos
de desenvolvimento sustentável das comunidades;
Preservação dos costumes, da cultura e da tradição entre as gerações
das populações quilombolas;
Proposição de políticas públicas levando em consideração a organização pré-existente das comunidades de quilombo, tais como o uso comum da terra e dos recursos naturais,
sua história e cultura em harmonia com o meio ambiente, que são as referências de vida;
Zelar pela garantia dos direitos das crianças e adolescentes como
continuadoras da cultura e tradição quilombolas;
Combater toda e qualquer discriminação racial e intolerância religiosa;
Lutar pela garantia do direito à terra e pela implantação de projetos
de desenvolvimento sustentável das comunidades;
 
Desta maneira, a Coordenação Nacional surge não só para reivindicar soluções para os problemas locais, mas como movimento político para alterar as relações desiguais historicamente estabelecidas, em defesa dos direitos do povo negro, no meio rural.